Zé Antônio, Germano e Moisés ainda possuem pedaços do avião, entre eles, pneu, fuselagem, parte da estrutura da cabine e outros. Em di...

UMA HISTÓRIA QUE NÃO TEM DATA PARA SER CONTADA

sexta-feira, fevereiro 15, 2019 Marcelo Santa Cruz 0 Comentários


Zé Antônio, Germano e Moisés ainda possuem pedaços do avião, entre eles, pneu, fuselagem, parte da estrutura da cabine e outros.
Em dia 26 de maio de 1968, um fato tirava a rotina de moradores da zona rural de Santa Cruz do Capibaribe, quando um avião (Piper Aztec, Prefixo CPI), que transportava seis pessoas caiu no Sítio Carreira de Pedra. Era um domingo nublado, por volta das 18h, quando moradores da localidade começaram a ouvir um barulho do bimotor sobrevoando a baixas atitudes.
A tragédia foi a principal matéria da capa do Diário De Pernambuco.
Segundo um dos moradores, a aeronave já vinha com as luzes apagadas e em seguida, o bimotor começou a subir o bico a ponto de ficar na posição vertical, quando se apagou e começou a cair, que o impacto chegou a ser ouvido na Vila de Poço Fundo, a uma distancia de 5 km do local da queda.
Material veículo no Diário de Pernambuco na época.
O morador Germano afirmou que populares começaram a realizar as buscas e encontraram os corpos completamente despedaçados, entre eles um casal abraçado, com os membros inferiores dilacerados.
Naquele dia, o voo teria saído da cidade de Guadalupe no Piauí e seguia para o Recife.
O acidente foi destaque na extinta Revista Capibaribe na edição de Fevereiro de 2015.

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